quinta-feira, abril 22, 2010


Tutorial de brigas.

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Pois bem, vejamos... O título já é bem sugestivo ? Tutorial de brigas. Para quem não convive conosco, deixemos bem claro: a relação briga, com Isabella e Lucas é bem divertida. Meu caro leitor, você deve pensar “Nossa, mais é fácil irritar alguém!”. Não ao ponto que nós fazemos, não ao ponto que nós chegamos e principalmente, e quem sabe decisivamente, não ao ponto em que nós lutamos, chegando até o ridículo citando coisa bobas como “macaco adestrado”. O primeiro passo para alcançar esse ponto máximo da briga é dar um motivo. Por exemplo, sua(seu) linda(o) colega, simpaticíssima(o) por um acaso esta lá fazendo pipoca para você, ai esta uma grande oportunidade. Duvida ? Que tal insistir excessivamente e talvez exaustivamente na ideia -ridicula ao acaso – de que um macaco adestrado faz pipoca melhor que esse mesmo. Talves depois da quinta vez o mesmo ser vá jogar a panela, e dizer “Contrate um macaco adestrado então”, e dai surge uma briga. Quer outro exemplo ? Deixe um sabonete jogado no chão, não há nada que irrite mais as mulheres (ou as pessoas em geral) do que isso, podendo resultar em sérios ferimentos. Se quiser ir mais além, finja ser um bichinho verde e fique no ouvido do ser dizendo “Ia, Ia, Ia, Ia” e se ela te questionar, fale que você não esta ali e que ela esta sobre o efeito de drogas. Isso irrita meus caros. O segundo passo é saber bater. Ou estratégias se preferir. Para ser mais claro: Se te compararem a um macaco adestrado, taque a panela no mesmo, ou deixe a pipoca queimar. Caso o sabonete esteja no chão, faça o mesmo engolir o sabonete, ou deixe lá pra ele escorregar e cair. Ou caso ele esteja fazendo “ia ia ia” no seu ouvido, faça ele engolir um sabonete e em seguida pegue uma panela e bate nele até parar. O terceiro passo é o perdão. Isso é relativo. Quer dizer, se você começou a briga, peça desculpas. Se o outro começou, espere ele vim pedir e aja normalmente. Caso o mesmo não peça, continue a agir normalmente, quem liga para isso ? E não pensem vocês caros mortais, que é fácil irritar uma pessoa não. Para isso você tem que ser muuuito chato, ridículo, idiota, pé no saco, encosto... e mais chato do que o mais chato. É só para deixar um alerta, não tentem nada disso em casa com uma fêmea da especie, já que os resultados podem varias de um tapinha a um chute no saco.

sexta-feira, abril 02, 2010


Preocupações

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Bem, vamos levar ao pé da letra a palavra "Preocupação". Lógicamente, é bem dito que preocupação é "o ato de preocupar-se". Tudo bem até ai, mas de fato o que seria se preocupar? Entendo como preocupação, o sentimento que nós temos em que sentimos ansiedade, nervosismo sobre algo que possa dar errado como uma consequencia sobre algo que foi feito. Vou logo citar exemplos que vao explicar claramente o por que do meu questionamento quando a "preocupação". Enfim, em certa ocasião ha um tempo atrás, vi uma certa amiga minha (que eu nao vou dizer que é a Isabella), depois de ter bebido muito, deitada no meio de uma festa, aos prantos. ISSO FOI PREOCUPAÇÃO! Explicando melhor, eu tava preocupado com a consequencia de ela ter bebido, o que poderia acontecer, e o fato de ela estar chorando, nao ajudou muito. Assim como outra vez, vi um cachorro atravessando a rua quase sendo atropelado e fiquei preocupado. Os dois sao preocupações, só que a diferença de um para o outro é o nivel de afetividade. Nao choraria se o cachorro morresse, mas iria me esguelar se minha amiga morresse. A preocupação que eu tive ao ver ela ali, deitada, foi tao ruim que eu só conseguia fita-la com meus olhos o tempo todo, a ponto de permanecer na mesma posição durante varios minutos, olhando para ela, sem se quer piscar, apenas lanaçando aquele olhar para ela. Mas meu olhar nao transmitia reprovação, nem raiva, apesar da atitude dela ser digna das duas coisas, meu olhar transmitia preocupação. Preocupação do porque ela bebeu, do porque dela estar chorando, preocupação do que poderia ter acontecido com ela, do que iria acontecer com ela. Mesmo sabendo que a culpa era dela, bebeu porque quis e tava lá pela própia atitude, me dava preocupação, nao raiva (Apesar de depois ter tido vontade de bater nela inumeras vezes, mas nao o fiz). Preocupação que eu senti na pele, e que eu nao desejaria para ninguém. Mas que ironicamente eu acabei fazendo ela sentir um tempo depois, mas acho que isso é história dem outro post, nao desse... Espero que tenha conseguido transmitir minha visão aqui.